sábado, 29 de dezembro de 2012

Confira os detalhe da Especialização.

Lança Edital N° 008/2012

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A Universidade Estadual do Piauí, através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, torna públicas, a todos interessados, as condições de habilitação às vagas oferecidas para os cursos do seu Programa de Pós-Graduação “Lato Sensu”, para o 1º semestre de 2013.

Pra voce Engenheiro ou Aluno

ESPECIALIZAÇÃO EM BIOÉTICA GENÉTICA E AQUICULTURA
PARNAÍBA - (PI)

Local de realização do Curso - Campus de Parnaíba (PI)
Coordenador(a) - Filipe Augusto Gonçalves de Melo - filipemelo.uespi@gmail.com 86 9501 5929
Carga Horária - 405 h/a (mínima)
Período de realização - Abril/2013 a junho/2014
Dias da semana/horário - Sexta-feira de 18 às 22 horas; Sábado das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas
Público Alvo - Graduados em Ciências Biológicas, Agronomia, Engenharia de Pesca, Oceanografia e áreas afins
Objetivo Geral - Promover uma formação sólida, ampla, inter e multidisciplinar de educadores e técnicos capacitados para aplicar o conhecimento científico na exploração dos recursos disponíveis na nossa região.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Pesca artesanal e comercial nos oceanos


Embarcação típica de pesca artesanal
Os oceanos são extremamente importantes para a humanidade, principalmente por causa da navegação e da pesca marítima, que são atividades desenvolvidas em todo o mundo.

Existem duas modalidades de pesca: a comercial e a artesanal.

No desenvolvimento da pesca comercial os apetrechos usados (embarcações, GPS, sonares, redes gigantes, depósitos para o armazenamento, entre outros) são sofisticados, fato que favorece o sucesso da pesca, aumentando significativamente a produtividade. A quantidade elevada de pescado proporciona a comercialização de um grande estoque de peixes. Apesar da eficiência da pesca comercial, muitas vezes provoca problemas de caráter ambiental, por abater peixes e crustáceos de todos os tamanhos, alguns muito pequenos, sem contar que as quantidades são exorbitantes. Esse fato compromete a proliferação das espécies, desencadeando um desequilíbrio no ambiente marinho.

Em contrapartida, na pesca artesanal o que se percebe é a utilização de instrumentos rudimentares e tradicionais, constituídos por embarcações de pequeno porte sem recursos tecnológicos e redes fabricadas pelos próprios pescadores. Nessa categoria de pesca, quase sempre a produtividade é modesta e serve como fonte de alimento para a família do pescador, o excedente é vendido na comunidade local. A pesca artesanal no Brasil é praticada em toda extensão do litoral do país.
Por Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Novidades do Curso de Engenharia de Pesca

BACHARELADO EM ENGENHARIA DE PESCA
Chefe do Curso: Profª. M. Sc. Margarida Maria Monteiro Vasconcelos
Subchefe do Curso: Profª. M. Sc. Carla Suzy Freire de Brito
Coordenador de Estágio: Prof. M. Sc. Hamilton Gondim de Alencar Araripe
Técnico Administrativo: Tiago Ribeiro Caldas
Técnico de Laboratório: Julimar de Jesus Araújo
Estrutura Curricular:
A estrutura curricular do curso é composta de disciplinas obrigatórias, disciplinas optativas e atividades complementares, perfazendo uma carga horária de 3.795 horas, correspondente a 253 créditos. O curso terá uma duração mínima de 5 anos e máxima de 7,5 anos.
Disciplinas Obrigatórias 3.495 horas
Disciplinas Optativas 180 horas
Atividades Complementares 120 horas
Carga Horária Total do Curso 3.615 horas
Atividades Complementares:
As atividades complementares serão implementadas durante todo o curso de Engenharia de Pesca, mediante o aproveitamento de conhecimentos adquiridos pelo estudante, através de estudos e práticas independentes presenciais e/ou a distância. Considerar-se-á atividades complementares os programas de iniciação científica, monitorias, estágios não obrigatório normatizados pela UFPI; programas de extensão; cursos realizados em áreas afins e estudos complementares.
As atividades acadêmicas desenvolvidas pelos alunos de Graduação em Engenharia de Pesca, para efeito de integralização curricular correspondem a 120 horas, as quais serão desenvolvidas ao longo do curso e deverão ser registradas no Histórico Escolar do aluno, em conformidade com as normas internas da UFPI, a respeito do tema.
Perfil e Atribuição dos Egressos:
Conforme a Resolução nº 5 do CNE/CES de 02 de fevereiro de 2006, combinada com a Resolução nº 279 do COFEA, de 15 junho de 1983, o profissional egresso do curso de Engenharia de Pesca da UFPI terá sólidos conhecimentos científicos e tecnológicos no campo da Engenharia de Pesca. Terá consciência ética, política, humanística, além de visão crítica e criativa para identificação e resolução de problemas. Será capaz de atuar de forma empreendedora e abrangente no atendimento das demandas sociais da região onde atuar. Será capaz de compreender e traduzir as necessidades dos pescadores, aqüicultores e comunidades pesqueiras com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos. Estará ainda capacitado a utilizar racionalmente os recursos disponíveis, a conservar o equilíbrio do meio ambiente e a compreender as necessidades de seu contínuo aprimoramento enquanto Engenheiro de Pesca.
Conforme a Resolução nº 279 do Conselho Federal de Engenharia de Pesca - COFEA, de 15 junho de 1983, compete ao profissional de Engenharia de Pesca, no referente ao aproveitamento dos recursos naturais aquícolas, a cultura e utilização da riqueza biológica dos mares, ambientes estuarinos, lagos e cursos d’água; a pesca e o beneficiamento do pescado, seus serviços afins e correlatos, realizar:
  • Supervisão, coordenação e orientação técnica;
  • Estudo, planejamento, projeto e especificação;
  • Estudo de viabilidade técnico-econômica;
  • Assistência, assessoria e consultoria;
  • Direção de obra e serviço técnico;
  • Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
  • Desempenho de cargo e função técnica;
  • Ensino, pesquisa, análise, experimentação, extensão, ensaio e divulgação técnica;
  • Elaboração de orçamento;
  • Padronização, mensuração e controle de qualidade;
  • Execução de obra e serviço técnico;
  • Fiscalização de obra e serviço técnico;
  • Produção técnica e especializada;
  • Condução de trabalho técnico;
  • Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
  • Execução de instalação, montagem e reparo;
  • Operação e manutenção de equipamento e instalação;
  • Execução de desenho técnico.
Áreas de Atuação:
São as seguintes as áreas de atuação do Engenheiro de Pesca egresso da UFPI:
  • Aquicultura: técnicas de cultivo de organismos aquáticos.
  • Tecnologia Pesqueira: técnicas de gestão, identificação, localização e captura de recursos naturais aquáticos.
  • Tecnologia do Pescado: controle sanitário, conservação, processamento, industrialização de produtos pesqueiros e controle de qualidade na indústria do pescado.
  • Investigação Pesqueira: estudos da dinâmica de populações e avaliação dos estoques pesqueiros.
  • Administração e Economia Pesqueira: gerenciamento público e privado dos setores pesqueiro, aqüícola e do meio ambiente aquático.
  • Economia Aquática: estudos das condições físicas, químicas, biológicas e geológicas dos ambientes aquáticos, visando à exploração dos recursos.
  • Extensão Pesqueira: executar ação comunitária e planejamento participativo para o desenvolvimento social e econômico das comunidades envolvidas com atividades pesqueiras, aqüícolas e afins.
  • Ensino e Pesquisa: desenvolver atividades de ensino e pesquisa relacionadas com o campo das ciências pesqueiras e aquícolas.

Professores
Arquivos

Engenharia de Pesca / Página Inicial

A Engenharia de Pesca é um ramo da engenharia e da biologia que desempenha atividades referentes ao aproveitamento dos recursos naturais aquáticos, através da aquicultura, da pesca e do beneficiamento do pescado, bem como da preservação dos estoques pesqueiros e da fauna aquática.
Aplica conhecimentos básicos da Biologia e das ciências exatas (Física, Matemática e Química) para desenvolver técnicas que permitam melhorar os resultados das atividades pesqueiras.

Engenharia de Pesca

Perfil Profissional

A formação em engenharia de pesca é uma habilitação que integra a área das ciências agrárias e qualifica, em nível superior, profissionais para a intervenção técnico-científica em aquicultura, pesca e tecnologia do pescado, bem como em atividades de pesquisa e extensão na área de biotecnologia e demais serviços voltados à aquicultura e pesca, constituindo-se, desta maneira, em uma área do saber que intervém na realidade com base científica própria.
Desta maneira, o engenheiro de pesca deve ser um profissional capaz de entender com clareza a dinâmica da realidade em que atua, para que possa propor efetivamente atividades que transformem o quadro atual dos produtores, industriais e pesquisadores envolvidos com atividades de pesca da região.

Mercado de Trabalho

No Brasil, o grande polo pesqueiro está no Nordeste, Norte e Sul. "Mas a mão-de-obra não se localiza somente no litoral, porque nosso país tem o maior potencial de água doce do mundo", explica o presidente da FAEP-BR (Federação das Associações de Engenheiros de Pesca do Brasil), Leonardo Teixeira de Sales.

As perspectivas do mercado são otimistas. "Não há um horizonte de queda porque o Brasil é muito jovem nessa atividade. Acredito que nos próximos 15 ou 20 anos continuaremos crescendo na produção pesqueira", afirma Teixeira. "A expectativa é de crescimento, ou seja, o Brasil apresenta um dos maiores potenciais para a aquicultura continental e marinha do mundo, além da pesca. A Aquicultura se apresenta como uma das atividades de produção de alimento que mais cresce no mundo atualmente. Vejo que os futuros profissionais devem exercer a profissão obedecendo aos conceitos do desenvolvimento sustentável, baseado na eficiência econômica, na equidade social e na prudência ecológica, permitindo produzir e explorar organismos aquáticos ao longo do tempo", destaca o profissional Rodrigo Campagnolo.
IlustraçãoHá opções de trabalho também no exterior, já que o engenheiro brasileiro é muito bem visto lá fora. Tanto que muitos engenheiros do Brasil já atuaram ou atuam na FAO (Food and Agriculture Organization), uma organização internacional que trabalha com estatísticas, ordenamento e administração de recursos alimentares. Porém, Bombardelli ressalta: "Todo profissional de terceiro mundo sofre uma certa discriminação independentemente da profissão". A maior dificuldade que os engenheiros de pesca encontram é a falta de reconhecimento da profissão, o que acaba dando espaço para biólogos, zoólogos e oceanólogos dentro da área. "Os primeiros profissionais que se formaram sentiram muita dificuldade em ter credibilidade, porque as pessoas não conheciam o trabalho. Mas é uma desvantagem que com o passar do tempo será superada", acredita o coordenador.

Matérias

- Matemática
- Introdução a Análise Química
- Química Biológica
- Botânica Aquática
- Zoologia Aquática
- Fundamentos de Sociologia Rural
- Física
- Bioquímica
- Ecologia Geral
- Análise Química
- Introdução a Computação
- Microbiologia
- Desenho Técnico Aplicado
- Métodos Estatísticos Aplicados à Pesca
- Mecânica Aplicada à Pesca
- Controle e qualidade do pescado
- Topografia
- Limnologia Abiótica
- Malacologia
- Meteorologia Física e Sinótica
- Geologia de Ambientes Aquáticos
- Ictiologia
- Fisioecologia de Animais Aquáticos

Fonte: Colégio GGE

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